Uma tragédia abalou o turismo australiano esta semana: uma turista de 80 anos perdeu a vida depois de se ter perdido durante uma excursão na Ilha Lizard, localizada na Grande Barreira de Coral, no nordeste da Austrália.

A mulher, identificada como passageira do cruzeiro da empresa Coral Expeditions, participava de uma caminhada até ao Cook’s Look, o ponto mais alto da ilha, conhecido pelas subidas íngremes e pelas altas temperaturas. Segundo informações divulgadas pelo Daily Mail, a turista viajava sozinha e acabou por se separar do grupo durante o trajeto.

Quando a equipa de bordo percebeu que a passageira não havia regressado ao navio, iniciou-se uma operação de busca que mobilizou equipas por terra e mar durante toda a noite. O corpo foi encontrado no dia seguinte, numa zona montanhosa da ilha, pelas autoridades da Polícia de Queensland.

Em comunicado oficial, o diretor executivo da Coral Expeditions, Mark Fifield, lamentou profundamente o ocorrido e afirmou que a empresa está a prestar apoio à família da vítima. “É um momento de grande tristeza para todos nós”, declarou.

A Ilha Lizard é um destino popular entre turistas que procuram experiências de mergulho, trilhas naturais e contacto direto com a biodiversidade da Grande Barreira de Coral, considerada Património Mundial da UNESCO. O caso reacende o debate sobre os riscos associados às excursões independentes em áreas remotas e de difícil acesso.

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